Cotas nas universidades é uma maneira de:

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Linguística aplicada ao ensino de línguas.

Ensino de línguas na escola?




A uma grande pergunta fundante que queremos considerar neste post é: por que o brasileiro não sai da escola falando as línguas nela ofertadas? A resposta que ofereço é que não sai da escola falando essas línguas porque a escola brasileira falha. Ela nunca teve prática nacional forte e massiva de uso das línguas-alvo nas aulas e a pouca experiência nesse sentido retomada nos anos 70 depois da bandeira oficial do método direto dos anos 30 se debilitou continuamente desde os anos 80 do século passado. Os professores de línguas nas escolas são não nativos com competência comunicativa baixa e restrita nas línguas em que foram certificados pelas universidades para ensinar. Nelas, as licenciaturas agonizam, sem políticas sérias. Não há políticas gerais proativas a longo prazo, não há exames nacionais estimulantes, desconhecemos supervisão específica nas escolas, não há carreira estimulante, os salários são inomináveis  e inexiste um currículo nacional.

Mas temos alguns bons traços também: somos flexíveis, relativamente tolerantes, criativos, adotamos novidades sem pestanejar, nossa cultura é diversa e otimista, temos admiração por estrangeiros, nosso idioma nacional tem um leque de recursos naturais que ajuda a suave aquisição de novas línguas.Nossos humilhantes resultados nas línguas estudadas (às vezes por sete anos ou mais na escola) não são decorrências de métodos ruins e materiais equivocados. Eles têm mazelas, sim, mas só podem ser responsabilizados em parte menor pelo fracasso generalizado. Os outros pontos levantados acima merecem maior destaque na análise da cena brasileira de ensino escolar de línguas.

Diante dos resultados e da incapacidade de se pensar algo fácil como solução pelos partidos políticos aos quais estão confiados os arremedos de medidas políticas que temos merecido, pergunta-se também por que é preciso procurar salvação nos cursos particulares do idioma? Primeiro, porque as escolas de línguas nunca abandonaram o uso da língua nas salas e continuaram a exigir competência de uso da língua-alvo para contratações de seus professores. A importantíssima outra metade da competência profissional não lhes importa muito. Em segundo lugar, porque a escola regular não assumiu essa tarefa, porque a escola não tem metas, os estados não têm metas e o País não tem metas para a experiência de adquirir novas línguas como parte da educação. Ao não enfrentar o desafio, não prepara seus professores, não prepara os alunos para aprender com crescente autonomia e não cria condições para incentivar a proficiência nas línguas escolhidas demonstrando ainda pouca visão estratégica para o crescimento do país. No quesito visão míope, não há igualmente política para alavancar o ensino de Português a falantes de outras línguas que crescentemente mostram interesse pelo idioma e pela cultura nacional no cenário mundial.

O sistema escolar prevê o início da aprendizagem de línguas geralmente ao redor dos 10 anos. Para estar melhor em um mundo que anda na pista expressa das práticas digitais iniciadas mais cedo e que aproxima povos e pessoas de outros lugares do planeta, poderíamos começar mais cedo se tivéssemos boas condições. A tendência de começar mais cedo pode aproveitar melhor algumas boas condições internas de aquisição das crianças e pré-adolescentes. Enquanto isso não acontece você sabe muito bem o que acontece!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Trabalho de Comunicação e Expressão Parte 2

Pluralidade Cultural.


Justificativa
A pluralidade Cultural  é um tema especialmente importante. O desafio é respeitar os diferentes grupos e culturas que compõem o mosaico étnico brasileiro, incentivando o convívio dos diversos grupos e fazer dessa característica um fator de enriquecimento cultural.


Metodologia
Usando a internet como ferramenta fundamental, estamos elevando o nosso conhecimento Linguístico, Interacional, Enciclopédico e o Nosso Conhecimento de Mundo.

Objetivo
O objetivo é compreender os valores presentes na sociedade, Reconhecer a diversidade como direito de todos, Repudiando toda a forma de Descriminação. Temos como foco principal a Pluralidade Cultural, delimitando o tema para Racial.

Entenda: 
" Preconceito é uma maneira de discriminar considerando características de um indivíduo ou grupo de pessoas, de acordo com atitudes, hábitos e tradições destes.
Normalmente o preconceito ocorre em grupos de pessoas que simbolizam a minoria ou grupos que apresentam alguma condição de diferença, principalmente economicamente. O preconceito ocorre na maioria das vezes em pequenos grupos, considerados as mulheres, negros e homossexuais os mais atingidos, sendo estes muitas vezes desqualificados devido à imposição pela sociedade.
Infelizmente, a discriminação ainda é um dos maiores problemas sociais existentes no mundo todo, sendo que as pessoas ou grupos são explorados e oprimidos de certa forma pela sociedade, e consequentemente sofrem pela falta de oportunidades. Dentre as discriminações existentes, o preconceito racial existe desde o tempo da escravidão e seu conceito era utilizado para justificar o domínio de certos grupos sobre outros.
Apesar da evolução humana, este tipo de preconceito sempre existiu e abrange o mundo todo sendo que as pessoas acabam sendo julgadas não pelo seu caráter, mas sim, pela sua raça.
Em geral, a população deve ter em mente que estas pessoas discriminadas também são humanas e têm sentimentos como todas as outras. Com certeza, alterações sociais são as formas mais eficazes de combater o preconceito."



 Fonte: http://www.portaleducacao.com.br/educacao/artigos/20863/o-preconceito-nos-dias-atuais#!1



Persiste o desafio de diminuir o preconceito

"Onda de diversidade reduz a desigualdade racial nas empresas, mas não o preconceito
São pelo menos dois os funis que distanciam quem não é branco do mercado de trabalho: primeiro, o preconceito de cor ou de raça. E, segundo, a desigualdade de oportunidades que surge como consequência dessa barreira cultural. Apesar de o cenário estar melhorando no meio empresarial - muito por causa da onda de diversidade que toma conta das organizações -, negros, pardos, mulatos, indígenas e amarelos ainda colecionam histórias de discriminação no ambiente profissional, seja no momento do recrutamento ou na hora de ganhar uma promoção.
Um levantamento recente do IBGE confirma o panorama: 71% dos 15 mil entrevistados - sendo 49% brancos e 51% de outras etnias - apontaram o mercado de trabalho como a área mais influenciada por características de cor ou raça. Conclusão reforçada pela quinta edição da pesquisa "Perfil social, racial e de gênero das 500 maiores empresas do Brasil", realizada junto a 623 mil profissionais pelo Instituto Ethos, em parceria com o Ibope Inteligência. Entre os dados mais representativos do estudo - divulgado em novembro do ano passado - está o que destaca o número de negros que ocupam cargos de direção nas empresas: apenas 5,3%, contra 93,3% de brancos.
Essa participação dos negros cresceu, na comparação com os 2,6% apurados na primeira edição da pesquisa, em 2001. Isso, segundo Paulo Itacarambi, vice-presidente do Ethos, por conta de um esforço conjunto das empresas em tratar o assunto com mais naturalidade. Mas, acrescenta ele, esse esforço precisa ser ampliado em larga escala:
- A taxa dobrou, mas ainda é pouco. A dificuldade para pessoas com deficiência e homossexuais é grande, mas para os negros é muito maior. E uma das respostas para isso é serem os principais atingidos pelo déficit educacional do país. Se já é complicado entrar no mercado, imagine chegar a um cargo de destaque em uma grande empresa - diz Itacarambi, ressaltando que o objetivo da pesquisa não é verificar se existe desigualdade, mas sim estimular as organizações a trabalharem melhor o tema. - Não basta praticar o discurso da diversidade, até porque pode existir desigualdade dentro dela. O objetivo a perseguir é o da equidade, ou seja, o da igualdade de condições. "

Fonte: http://blogdocelsojardim.blogspot.com.br/2011/08/persiste-o-desafio-de-diminuir-o.html


ENTREVISTA:
 Concedida por Joaquim Barbosa: Brasil não está preparado para um presidente negro
Destacamos algumas perguntas da entrevista:
"1)  O Brasil está preparado para um presidente da República negro?
 Não. Porque acho que ainda há bolsões de intolerância muito fortes e não declarados no Brasil. No momento em que um candidato negro se apresente, esses bolsões se insurgirão de maneira violenta contra esse candidato. Já há sinais disso na mídia.

2) Os negros são uma força emergente. Antes, faziam sucesso só nas artes e no futebol, mas, agora, eles estão se preparando para chegar nos postos de comando e sucesso em todas as áreas. Como a sociedade brasileira vai reagir?
Ainda não vejo essa ascensão dos negros como algo muito significativo. Há muito caminho pela frente. Ainda há setores em que os negros são completamente excluídos.

3) Como o Brasil supera isso?
Discutindo abertamente o problema. Não vejo nos meios de comunicação brasileiros uma discussão consistente e regular sobre essas questões.

4) Como superar a desigualdade racial, mantendo o que de melhor temos?
O que de melhor nós temos é a convivência amistosa superficial, mas, no momento em que o negro aspira a uma posição de comando, a intolerância aparece.

5)Como o senhor sentiu no carnaval tantas pessoas com a máscara do seu rosto?
Foi simpático, mas, nas estruturas sociais brasileiras, isso não traz mudanças. Reforça certos clichês.

6) Reforça? Por quê
Carnaval, samba, futebol. Os brasileiros se sentem confortáveis em associar os negros a essas atividades, mas há uma parcela, espero que pequena da sociedade, que não se sente confortável com um negro em outras posições.

7) O senhor foi discriminado no Itamaraty?
Discriminado eu sempre fui em todos os trabalhos, do momento em que comecei a galgar escalões. Nunca dei bola. Aprendi a conviver com isso e superar. O Itamaraty é uma das instituições mais discriminatórias do Brasil.

8) O senhor não passou no concurso?
Passei nas provas escritas, fui eliminado numa entrevista, algo que existia para eliminar indesejados. Sim, fui discriminado, mas me prestaram um favor. Todos os diplomatas gostariam de estar na posição que eu estou. Todos."

Veja a entrevista completa que fala sobre política e descriminação no site abaixo:
Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/joaquim-barbosa-brasil-nao-esta-preparado-para-um-presidente-negro-9224636






segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Trabalho de Comunicação e Expressão Parte 1

Introdução:
A Pluralidade Cultural são diferenças culturais que existem entre o ser humano. Há vários tipos, tais como: a Linguagem, dança, Vestuário, Religião, Raças, Orientação Sexual, Classe Social. O termo Pluralidade diz respeito à variedade e convivência de idéias, características ou elementos diferentes entre si, em determinado assunto, situação ou ambiente.